Fetiches

O que é Bondage e como Praticá-lo?

Alessandra Amaral
Escrito por Alessandra Amaral em 21/02/2016
O que é Bondage e como Praticá-lo?

Bondage é uma palavra francesa que significa servidão. É um tipo específico de fetiche, geralmente relacionado com sadomasoquismo, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.

O bondage trata-se de ataduras eróticas aplicadas ao parceiro vestido, seminu ou nu com o fim de praticar a dominação. Está relacionado ao uso de cordas, amarras, correntes ou algemas durante as relações sexuais. Um dos parceiros imobiliza o outro antes do ato sexual propriamente dito (às vezes é apenas uma preliminar). Esta restrição física permite ter o controle total de uma pessoa. O dominante tem aquele sabor especial de ordenar e praticar atos que provavelmente não faria normalmente numa relação tradicional.

Algemas para pulsos ou tornozelos, coleiras, cordas, amarras, correntes e uma série de outros acessórios mais “avançados” proporcionam ao submisso o prazer de ser explorado e sexualmente controlado, além de influenciar no impacto visual do momento.

Pode ser uma perversão ou apenas uma brincadeira do casal para mudar a rotina e apimentar o relacionamento. Há praticantes que vêem no bondage uma questão estética, explorando novas formas de amarrar e imobilizar. Os adeptos do BDSM (bondage, dominação, sadismo e masoquismo) alertam que as práticas devem ser saudáveis, seguras e consensuais.

A verdade é que isto dependerá estritamente de vocês e do que considerem excitantes. Para muitas pessoas, de fato para a maioria, assumir de vez em quando o papel de dominar seu parceiro é algo extremamente prazeroso, e uma sessão de sexo hard não faz mal a ninguém. Mas o bondage pode ir desde o mais simples gesto como atar os braços ou as mãos do seu parceiro, até o mais complexo, usando cordas que são vendidas especialmente para este efeito.

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Alguns praticantes do bondage também usam vendas. Aparentemente, o risco envolvido com a imobilização proporciona intenso prazer. A falta de visão, que para muitos está relacionada ao desamparo, pode estimular os demais sentidos, conferindo sensações diferentes. E no momento que uma pessoa perde um dos seus sentidos, todos os outros são aguçados. O submisso fica envolto numa sensação desconhecida e entra num estágio de tensão e expectativa.

Como começar?

Se você não sabe se o seu parceiro gosta da ideia deste tipo de sexo, o melhor é consultá-lo antes, caso contrário poderá se surpreender. Agora se está consciente de que é uma grande fantasia, então comece desde o mais simples e se depois ambos gostarem, vão ao mais complexo.

Por exemplo, uma noite pode se apresentar com algemas, isso seguramente fará com que o outro já fique “em alerta” só de imaginar o quão excitante isto pode ser. Depois do parceiro algemado, você pode levá-lo ao pico de prazer a hora que quiser, estimulando todas as suas zonas erógenas. Se ambos gostarem dessa experiência, então podem avaliar a possibilidade de adquirir um kit mais complexo.

Os acessórios necessários

Para praticar bondage (do tipo mais simples, apenas como fetiche para casais) são necessários algemas ou um lenço para atar seu parceiro.

Se for mulher, você pode escolher uma lingerie erótica ou fantasia sensual para estimular seu parceiro através da visão. Uma venda ou lenço para que não veja nada aumentará o erotismo. Brinquedos sexuais também podem ser usados enquanto o parceiro (ou parceira) estiver atado (a) para estimular até atingir o clímax. Não esqueçam de usar um bom lubrificante caso queiram brincar com um vibrador.

O bondage não tem que necessariamente conduzir a uma experiência sado masoquista extrema se vocês não quiserem. Numa relação fetichista, este aspecto é bastante explorado através de restrição sensorial e física, além da troca de poder.  As vantagens de um jogo erótico deste tipo são prazeres muito mais intensos e novas sensações, pois se trata somente de estimular a vida sexual através de algumas fantasias eróticas que seguramente divertirão enquanto experimentam o extremo do prazer.

Por isso deixe os tabus de lado e abra-se à oportunidade de prender seu parceiro e estimulá-lo até que atinja o clímax. Seja como for, em matéria de sexo, não há certo ou errado, apenas o que dá prazer ou não. Experimente o prazer de dominar seu parceiro (ou sua parceira) e conhecer até onde vão os seus limites.

Autoria: Alessandra A. – Blog Meus Fetiches

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