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Kunyaza: poderosa Técnica Africana de Masturbação Feminina

Alessandra Amaral
Escrito por Alessandra Amaral em 29/04/2017
Kunyaza: poderosa Técnica Africana de Masturbação Feminina

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Já ouviu falar em Kunyaza? Então preste atenção no texto a seguir, pois contém informações riquíssimas para você incrementar sua vida sexual.

Antes vamos adiantar que Kunyaza, na verdade é uma das mais eficazes e prazerosas técnicas de Masturbação.

Ela pode funcionar como uma excelente preliminar que vai caminhar para um sexo intenso e de qualidade. E as mulheres, na sua maioria, chegam mais rápido ao orgasmo através da estimulação (que pode ser feita de diversas formas, inclusive masturbação) do que da penetração.

O problema é nem sempre os homens realizam esta tarefa com nota 10.

Eles estão acostumados com o próprio ritmo e muitas vezes, acham que com a mulher é a mesma coisa.  Tocar uma mulher é completamente diferente!

É preciso saber como uma mulher se masturba e também como ela vê a masturbação para proporcionar momentos incríveis para ela.

Mas não se preocupe! Com esta técnica a seguir, isso vai ficar muito mais fácil e prazeroso.

Fique ligado até o final deste texto, pois iremos lhe passar informações importantes e ótimas dicas para você deixar sua parceira completamente louca de prazer!

O QUE É KUNYAZA?

Kunyaza é uma técnica sexual que foi desenvolvida e praticada principalmente na África Central (em algumas províncias da Ruanda, Congo, no Leste da Uganda e no Leste da Tanzânia) para promover poderosos orgasmos femininos.

Apesar de ser uma prática heterossexual, não há nada que impeça mulheres homossexuais de praticar a técnica. A diferença é que quando ela for praticada entre mulheres, o pênis é substituído pelos dedos ou algum outro acessório erótico.

Portanto, as dicas dadas a seguir também são preciosas para melhorar a masturbação, já que a técnica foca em alguns pontos principais que se estimulados podem levar sozinha a mulher ao orgasmo.

QUAL É A  ORIGEM DESTA TÉCNICA?

A palavra Kunyaza, originária dos povos Rundi da Ruanda, é derivada do verbo kunyaàra que significa tanto fazer xixi, quanto o ato da ejaculação feminina decorrente da prática.

No Kunyaza, a mulher costuma expelir um litro ou mais de líquidos vaginais, motivo pelo qual o termo pode significar também “sexo molhado”. Enquanto em Ruanda e Burundi, a técnica é chamada de Kunyaza; na Uganda ganha o nome de Kachabali.

A técnica é considerada uma prática tradicional da Ruanda, e o folclore popular sugere que ela remonte à Terceira Dinastia, quando uma rainha escolheu um guarda real para ter relações com ela.

Como ele ficou muito nervoso com a “responsabilidade” acabou broxando, mas desenvolveu um método de satisfazê-la: friccionando a glande de seu pênis contra os grandes e pequenos lábios e também no clitóris da rainha.

TÉCNICA ANCESTRAL

As informações apresentadas nesse artigo são baseadas em dados coletados a partir de entrevistas com 58 mulheres da África Central realizadas pelo professor N. Bizimana (PHD) além de informações coletadas em seu livro “Le Secret de l’amour à l’Africaine” (Bizimana, 2008).

Segundo o professor Bizimana, o Kunyaza vem de uma longa tradição. Pessoas acima de 70 anos entrevistadas em 1986 pelo professor confirmam que seus avós já usavam a técnica, o que significa que a prática tem no mínimo 150 anos.

No kunyaza, a mulher é a rainha. Ela participa cooperando com seu parceiro escolhendo os estímulos que deseja receber e a intensidade do ritmo que será usado, assim como comunicando ao parceiro quais são as partes de sua vagina que respondem melhor aos estímulos.

O Kunyaza pode ser praticado em diferente posições. Os autores indicam a existência de posições tradicionais e modernas, essas últimas destinadas à pessoas das sociedades contemporâneas que são menos atléticas que seus ancestrais.

COMO KUNYAZA É PRATICADO?

O kunyaza possui pelo menos dois tipos de estimulação: a externa e a interna. Em ambas, o homem se esforça em estimular simultaneamente diferentes zonas erógenas femininas localizadas na região genital.

Lembrando que todo nosso corpo é erógeno e carinhos em outras partes do corpo são mais do que bem vindos.

ESTIMULAÇÃO EXTERNA

Durante a prática mais simples do Kunyaza (a externa), o homem fricciona em ritmo contínuo o clitóris com a cabeça do seu membro ereto, o qual ele pode segurar com sua mão ou entre o dedo indicador e médio, movendo na mesma velocidade debaixo para cima ou de um lado para o outro, passando por toda a extensão da vulva.

Eventualmente, ele pode fazer movimentos circulares, tanto no sentido horário quanto anti-horário. O clitóris e os grandes e pequenos lábios também podem ser estimulados a partir de movimentos de zigzag.

Na estimulação externa, o homem passa (sem penetrar) seu membro por toda a extensão da vulva de sua parceira. Inicialmente a fricção pode causar um pouco de desconforto caso a área não esteja devidamente lubrificada.

Nesse caso, deve-se usar saliva ou lubrificante.

Naturalmente, tudo deve ser feito com cuidado e delicadeza para que os parceiros não saiam machucados da prática.

Durante a prática completa do Kunyaza, o seguinte é executado: Depois da lubrificação vaginal realizada com as preliminares, o homem introduz seu pênis em movimentos vai-e-volta.

Depois que o pênis do parceiro tiver ficado lubrificado pela vagina molhada da parceira, ele o toma novamente entre as mãos (pode ser entre o dedo indicador e o médio) e mais uma vez retorna à forma simples do Kunyaza, a estimulação externa.

Mais uma vez: não precisa de força, é jeito… Às vezes uma carícia bem de levinho, em que se encosta pouco, pode despertar terremotos e outros tremores de terra; enquanto carinhos muito fortes podem acabar machucando.

Na medida em que a vagina fica mais molhada, o homem repete os mesmos movimentos circulares na abertura dos lábios menores.

O próximo passo é estimular, com o mesmo movimento, o clitóris, os pequenos lábios e abertura vaginal. Nesta hora, o homem continua roçando seu membro do começo do corpo do clitóris (não só na parte externa do clitóris, sabe?) até a margem inferior da abertura da vagina.

Depois de estimular esses três pontos, um novo ponto passa a ser estimulado… o períneo! As carícias com a glande do pênis então vão do corpo do clitóris até a região anterior ao ânus.

ESTIMULAÇÃO INTERNA

Na estimulação interna, o homem segura seu pênis com as mãos e faz movimentos intravaginais horizontais, verticais e circulares, se preocupando em estimular diretamente as paredes do canal vaginal, o que geralmente ocasiona mais prazer do que a penetração tradicional.

O homem pode tornar o sexo ainda mais estimulante alternando penetrações superficiais e profundas.

Tanto durante a estimulação interna quanto externa, o ritmo e a força dos movimentos é lenta e delicada, e aumentam de acordo com o aumento da excitação e da lubrificação das áreas envolvidas.

COMO MELHORAR SUAS TÉCNICAS DE MASTURBAÇÃO

Antes de mais nada é importante saber quem nem toda mulher gosta do mesmo tipo de carícia, intensidade e modalidade de masturbação. A técnica explicada acima pode agradar ou não a sua parceira.

Cada caso é um caso, então convém analisar o terreno. Conheça bem o que ela prefere, prestando atenção a respostas físicas e verbais.

Se possível, pergunte diretamente sobre suas preferências. Isso é fundamental para que ela sinta prazer com suas técnicas.

Agora preste atenção nestas dicas para que você torne este momento ainda mais incrível para você e para ela:

1. EXPLORE O CORPO

Em vez de focar os toques apenas na estimulação do clitóris, promova uma experiência em todo o corpo da parceira, afinal o corpo da mulher reage aos estímulos sexuais como um todo.

Antes de realizar as carícias, deixe a mulher relaxada com massagens em diferentes partes. Conte com auxílio de lubrificante ou geis para que o atrito seja confortável e prazeroso. Assim ela mesma vai acabar lhe mostrando o caminho.

2. MANTENHA CALMA NAS PRELIMINARES

Para evitar erros e afobação, inicie a técnica da Kunyaza com calma, de forma gentil e suave, sem exagerar na velocidade ou força, até que sinta o que ela prefere.

Apenas aumente a intensidade dos toques quando a parceira estiver excitada e lubrificada. Caso contrário, o contato pode causar incômodo e dores, já que o clitóris é extremamente sensível.

3. USE TAMBÉM OS DEDOS

Além do clitóris, estimule também toda a vulva da parceira. Friccione os dedos nesta região, introduzindo com delicadeza na vagina, simulando uma penetração.

Alterne a estimulação entre os dedos e o pênis, deixando a masturbação bastante quente e intensa.

Para estimular ainda mais e também saber qual é o jeito que ela mais gostou, realize movimentos com todos os dedos, um de cada vez para testar.

4. USE ACESSÓRIOS PARA REALIZAR A TÉCNICA KUNYAZA

Caso a mulher sinta confortável e tenha interesse, o uso de vibradores e outros brinquedinhos eróticos pode dar uma apimentada extra à prática.

Neste caso, não estimule a parceira com o pênis, mas sim com vibradores ou estimuladores clitorianos.

Não a penetre, apenas use o vibrador sobre o clitóris enquanto a outra mão continua fazendo massagens em outras áreas do corpo. Também não deixe ela se mexer (só pra ver o que acontece), deve apenas curtir…

É orgasmo na certa!

Já imaginou que delícia isto?

Esta técnica pode ser utilizada como uma preliminar quente, principalmente se o casal não estiver com muita pressa para “os finalmentes” ou então como um diferente jogo erótico entre os dois.

Fica aqui a dica para brincarem Rainha Africana e o Guarda Real.

Agora conte aqui pra gente: o que você achou das nossas dicas? Deixe seu comentário contando o que pode ser acrescentado neste texto.

E não deixe de compartilhar este conteúdo com quem você ama! Até a próxima!!

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2 Replies to “Kunyaza: poderosa Técnica Africana de Masturbação Feminina”

Cleide

Adorei

Alessandra Amaral

Olá Cleide, tudo bem? Que bom saber que você gostou! Espero que esta materia tenha lhe ajudado! Venha sempre nos visitar!