Saúde

Papo sério sobre DST

E esse negócio de transar com um, depois com outro… Ou com uma aqui, outra ali… sem proteção? Quem vê cara não vê doença, sabia? Imagine que está tudo muito bem, até que o exame que seu ginecologista pediu detectou algo que pegou você de surpresa. Não importa idade, raça ou preferência sexual, uma DST sempre escolhe um desprevenido.

A verdade é que quando se fala em DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) todo mundo torce a cara. Como se isso não estivesse ao seu alcance… Na verdade, estas doenças estão mais perto do que a gente imagina e não é muito inteligente fingirmos que elas não existem ou que estamos imunes a qualquer vírus ou bactérias.

Não custa nada ler sobre o assunto e passar adiante estas informações, assim como você faz com qualquer outro texto deste blog. Se a gente não tem vergonha na hora de fazer sexo, por que teria na hora falar sobre esse assunto sério?

Pra começar, boa parte destas doenças tem cura. As que não tem cura possuem tratamento para controlar sintomas, como é o caso do HIV. Mas tenha calma! Ter uma DST não é o fim do mundo, mas exige muito cuidado. A maioria delas pode ser tratada e a transmissão evitada, se descobertas no começo. Nosso objetivo aqui é reunir informações básicas e práticas sobre as principais DST que existem por ai. Vamos conhecer agora “quem é quem”?

Clamídia

Nome esquisito para uma bactéria que, se não cuidar adequadamente, pode causar infertilidade. Como pega? Se transar sem proteção ou por roupas contaminadas. Os sintomas mais comuns são dor na região pélvica, ao urinar e também durante o sexo.

O tratamento será feito através de antibióticos receitados por um médico. Transar só depois do tratamento, que dura em média uma semana. E depois… ter mais cuidado, não é?

Gonorreia

Esta bactéria infecciona a vagina. Também se não é tratada pode levar à infertilidade. A transmissão só se dá de um jeito: sexo vaginal ou anal sem camisinha. Geralmente é uma doença que causa dor ao urinar, sangramento durante ou depois do sexo e dor na região pélvica ou abdominal.

E agora? O que fazer? Tem que seguir o ciclo do antibiótico oral diretinho. Sexo só quando sarar!

Herpes

Vírus que causa feridas nas regiões genitais, assim como na boca também. Ataca quando cai a imunidade. É transmitido pelo sexo desprotegido e ao encostar na ferida de alguém. Os sintomas são estes: ardor e coceira na região vaginal, nódulos linfáticos inchados, dor na região pélvida e também ao urinar.

O tratamento exige um combo de antiviral  oral e creme tópico na lesão. Para não transmitir, espere tudo cicatrizar antes de transar. Aliás, quem quer (e pode) transar deste jeito?

Pediculose Pubiana

Que “chato” falar sobre isso, né? Este é o nome que damos aos pequenos insetos que vivem nos pelos e causam coceira. O contágio se dá pelo contato sexual desprotegido e por roupas infestadas. Cá pra nós, uma higiene mais reforçada no local seria bom, não é?

Para eliminar este pequeno grande problema é necessário usar cremes no local até matar os (malditos) bichinhos. E também ficar sem transar em média uma semana.

Tricomoníase

Aqui falamos de um parasita que faz a vagina coçar e eleva o risco de outras Doenças Sexualmente Transmissíveis. Como se pega? Ora.. em todo sexo sem proteção, seja hétero ou homossexual. Os sintomas mais comuns são erupções vaginais, ardor, coceira..

Como trata? O médico irá receitar pomada no local por cerca de sete dias. Quanto ao sexo, está liberado, mas só com preservativo senão passa para o parceiro.

HPV

Esta doença é causada por vírus e está ligada ao câncer do colo do útero. É transmitida através de sexo sem proteção ou se encostar nas lesões de quem tem. O que fazer agora? Bem, o corpo pode até limar o vírus, mas requer acompanhamento. Vá ao médico o quanto antes para resolver este problema.

É preciso fazer testes de tempos em tempos para identificar DSTs. A mulher tem que fazer periodicamente exame de Papanicolau, onde se retira uma amostra do colo do útero para checar o risco de HPV ou câncer. Este tipo de exame tem que fazer todo ano! Também é necessário fazer exame de urina sempre que algo estranho na vagina ou no sexo, ou se o parceiro (ou ex) tiver diagnóstico de DST.

Quanto aos homens também é necessário fazer exame de urina para eliminar dúvidas. Ele também precisa saber se carrega o vírus do HPV ou se tem gonorreia. Melhor fazer todo ano  ou sempre que transar sem proteção. E não podemos esquecer também do exame de  sangue, pra saber se tem rastros de HIV, herpes, hepatite e sífilis.

É bom lembrar que ser saudável, praticar esportes, fugir de cigarros e drogas pode evitar que você tenha uma gripe, por exemplo. Mas não uma DST. Para não pegar uma doença dessas, tem que se cuidar! Não existe meio termo.

E se tem constrangimento em falar sobre isso com o parceiro, vai ter que deixar a vergonha de lado e ser o mais direta possível. Conversar sobre sexo é bom, mas conversar sobre sexo e saúde demonstra responsabilidade um com o outro.

Crédito de Texto: Baseado em artigo da revista Nova Cosmopolitam

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